Sendo a onda subsequente da Quarta Revolução Industrial, a Indústria 5.0 que está cada vez mais próxima, visa fechar a lacuna deixada entre seres humanos e as tecnologias por meio de um elo onde a criatividade e a sinergia estão presentes no ambiente de trabalho. Ou seja, muito mais do que substituir pessoas no processo produtivo e operacional, os recursos têm o objetivo de apoiá-las no dia a dia, de modo com que as atividades se tornem mais ágeis, produtivas e eficientes. 

Nesse contexto, que envolve soluções como inteligência artificial avançada e computação quântica, é possível constatar alguns fatos sobre a futura relação entre a Quinta Revolução e suas ferramentas tecnológicas. Veja os principais:

1. Trabalho humano apoiado pela tecnologia na Indústria 5.0

Segundo previsões da Zion Market Research, o mercado global de robótica industrial deve chegar aos US$62 bilhões até 2024, o que equivale a praticamente o dobro dos US$33 bilhões de 2017, ou um crescimento anual de 9,4%. 

Dados como esses mostram a força do setor e suas consequentes aplicações nas empresas, mas no 5.0 é a parceria que contará, já que a quinta revolução não objetiva a substituição humana nas tarefas. 

O motivo é simples: por mais que hoje em dia uma máquina possa executar inúmeras tarefas e aprenda de forma constante algumas práticas que antes só uma pessoa poderia fazer, a mesma nunca possuirá a intuição e a capacidade de decisão genuínas de um ser humano.  

Na indústria 5.0, será imprescindível que as empresas não confundam o investimento em tecnologias com a possibilidade de eliminarem as equipes ou substituírem funcionários. A eficiência vem da combinação desses dois agentes: tecnologia somada a equipe. 

2. Eficiência e produtividade nos processos com a tecnologia na Indústria 5.0

Ainda sobre a relação entre seres humanos e tecnologias, a eficiência e a produtividade vão se alinhar. Enquanto máquinas se dedicarão a trabalhos repetitivos que não necessitam de adaptações por seguirem um processo já definido, os colaboradores empregam suas capacidades de racionalizar, decidir e analisar para aquelas tarefas que demandam essa atenção. 

Nesse caso, há um refinamento das interações colaborativas entre humanos e robôs. Para ficar mais claro, uma possível aplicação desse conceito é a combinação das máquinas as câmeras de monitoramento. A tecnologia atual já disponibiliza aplicativos de robótica em que robôs realizam tarefas enquanto um sistema de câmeras registra dados visuais. 

No tempo em que as tarefas operacionais vão acontecendo, os colaboradores podem executar diversas outras atividades e continuar controlando as máquinas. Caso a câmera observe alguma discrepância entre padrões, o trabalhador é notificado para que correções sejam feitas. Como é de se imaginar, soluções desse tipo elevam a eficiência e a produtividade das indústrias a outro patamar. 

3. Personalização reconceituada

Uma das razões pelas quais o conceito de Quinta Revolução Industrial surgiu foi por conta da alta demanda de individualização dos consumidores em relação aos itens que compram. Isso quer dizer que, cada vez mais o público tem optado pela personalização.

Por isso, na Indústria 5.0, as equipes aproveitarão o potencial da tecnologia, mas também encontrarão espaço para adicionar suas próprias ideias, as quais devem levar a produtos desenvolvidos com a customização em mente. 

O que temos de tecnologia hoje que já permite o trabalho humano?

Como citamos, as tecnologias que se relacionam com o conceito de Indústria 5.0 já estão presentes no cotidiano das organizações. Entre alguns dos recursos que já existem e  condizem com esse cenário, estão:

controle de acesso sem toque: dispensa a atuação de funcionários na entrada dos estabelecimentos e controla o fluxo automaticamente, contribuindo com a segurança;

videoconferência: soluções que aliam áudio e vídeo de qualidade dispensam a necessidade de deslocamento ou viagens a trabalho, reduzindo tempo e custos;

Centro de Controle Operacional (CCO): elimina a demanda por trabalhadores humanos espalhados por diferentes pontos e colabora no amplo monitoramento.

A tendência é que essas e outras soluções se expandam cada vez mais em relação à inteligência e colaboração para os times das indústrias e empresas, otimizando os resultados de forma significativa.

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